Hoje eu ouvi falarem sobre o tempo. Definições, aplicações, e tudo mais que o envolva.
"Não desperdice." "Ele não volta." "É intransferível e pessoal." Nada mais correto.
Quando paro para pensar no que fiz e no que deixei de fazer, me dou conta que perdemos muito ao deixar o tempo seguir sem aproveitá-lo. Nos vídeos que vi, algo de muito valioso foi retirado. A importância do agora. Não existe amanhã. O que tem validade é o hoje.
Pode até parecer discurso repetitivo. E é. Mas, então, por que será que continuamos repetindo o mesmo erro? Por que nos deixamos esmagar pela poderosa mão do tempo? Por que deixá-lo levar o que temos de mais precioso que é conviver?
Complementei a manhã de observações a cerca da temática assistindo ao filme "O caçador de pipas". E como uma peça de quebra-cabeças, o enredo da história se encaixou perfeitamente ao que discuti sobre o tempo. Mesmo persistindo em erros, o ser humano tem chances de se redimir. Como no filme, essa grande oportunidade pode demorar anos, entretanto não pode ser desperdiçada. De maneira nenhuma.
A gente sofre quando o "senhor dos senhores" transparece a sua maldade nas nossas feições e leva embora uma juventude sonhada eterna. Mas, só é velho quem acredita ser por dentro. Velho é quem deixa de sorrir e amar.
Faça do tempo o seu aliado.
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